Por que não voto em Serra!

Antes de começar a delonga eleitoral, deixo claro que todos os candidatos são do mesmo matiz ou matriz. Todos representam o poder econômico; são vassalos de uma mesma banca. Nenhum deles irá desancar o modelo Casa Grande & Senzala. É um modelo esquisito, pois chegamos a um ponto em que está “bom” pra todo mundo. Temos uma distribuição de renda mequetrefe: melhora piorando. Até o índice de Gini, coitado, apanha aqui. De fato, a classe baixa vai conseguindo descolar um salário de quase mil reais e a classe média fora do setor público vai se contentando com o rebaixamento gradual dos seus salários convergindo para mil e quinhentos ou coisa parecida. Esses grupos só não se encontram definitivamente, porque a classe média tem mais cartucho pra queimar: moram com os pais ou fazem poucos filhos. As cidades se deterioram e parece que ninguém vê os culpados, mesmo quando pegos com dinheiro na cueca ou em oração sórdida em conto do vigário que Deus a todos perdoa. Enfim, o colorido da cidade é sempre o mesmo: pessoas mal vestidas, ruas sujas, prédios depreciando aceleradamente, crianças zanzando pelas ruas e os batedores de carteira perplexos com a mão grande de pixotes psicopatas que matam por cem reais. Essa é uma boa maneira de se comparar os PIBs dos países. Por isso, adoro ver as fotos maravilhosas das estranjas, fazendo o meu teste empírico de que somos todos, por aqui, uns favelados. Só agora soube: os favelados vivem na merda literalmente!

Pra piorar o cenário político, virou moda os políticos, imbecis em tudo, promoverem o desenvolvimento. Eles sabem o que os empresários necessitam. Já o povo, é apenas um detalhe. Eles sabem quais são os bons negócios a serem prospectados. Eles sabem quais são os problemas que atrapalham as exportações e o crescimento das vendas, enchendo os bolsos da turma e os deles mesmos. Eles sabem como combater inflação, mesmo que os custos sejam maiores do que a própria e envolvam esquemas de swaps, indexação e o escambau que nunca aparecem nos artigos científicos dos economistas brasileiros, deixando os estudiosos estrangeiros mais por fora do que sempre estiveram. Ainda crêem que, por aqui, existe algum economista que preste, tendo eu que levar a fama de canalha por tabela. Fazer o quê? Eles sabem como gerir as estradas, hospitais e colégios que são administrados por concessões generosas ou sindicalismo de resultados. Eles sabem como lidar com a urbanização das cidades, mutilando os planos diretores criado por arquitetos urbanistas que sumiram no esgoto do serviço público. Eles sabem fazer leis que oficializam a bandidagem e o caos jurídico. Eles sabem o que é bom para o povo, restringindo de tempo em tempo nossos sonhos de viajar para as estranjas ou consumir produtos bons e baratos, deixando-nos, de propósito, isolados do mundo e assim sem uma boa lembrança do que é civilização. Tudo em nome da industrialização nacional que enriqueceu um bom número de patifes que adoram passar quase o ano inteiro em Paris, pois lá adoram andar pelas ruas a tomarem cafés e drinks em paz. Eles sabem como gerir contratos importantes como o da energia ou telefonia, resultando em tarifas espetaculares e apagões constantes. Eles sabem fazer o que é de natureza pública se tornar privado, como a internet.

Geralmente, são políticos que nem sequer sabem o que é poupar, visto que já nasceram em mensalões ou mordomias inventadas em francomaçonarias secretas. Se voltarmos a uns setenta anos atrás, teríamos político, em âmbito federal,preocupados com saúde, educação, estradas, transportes e talvez energia. Os políticos, em âmbito estadual ou municipal, tinham os olhos para as questões básicas da cidade, apesar da exclusão escancarada. Mas não tinha esse negócio de dar dinheiro pra empresário burro (melhor, burro somos nós, já que o dinheiro é nosso). Não tinha esse negócio de FMI, moderno ou velho. Não tinha esse negócio de se mexer no câmbio para ajudar exportadores. Não tinha esse negócio de se criar endividamento público para salvar empresas e enriquecer agiotas reles. Não tinha esse negócio de BNDES dar dinheiro para empresário – era apenas para a infraestrutura que era em sua maioria pública ou semi-pública. Não tinha esse negócio de se combater inflação dando juros apetitosos a banqueiro. Não tinha esse negócio de refinanciar sonegadores de impostos. Não tinha esse negócio de empresa não falir. Não tinha esse negócio de movimento social fazer política e politicagem em nome de causas estranhas ao movimento. Não tinha esse negócio de ONG com dinheiro público. Não tinha esse negócio de Deputado Federal estar umbilicalmente ligado às questões de verbas estaduais ou em conchavos com cúpulas partidárias a gerir partido melhor do que empresas privadas, esquecendo sua missão nobre de legislar para o povo. Os partidos não prestam para a boa política. Todos, sem exceção. Não tinha esse negócio de colégio de líderes decidir pela maioria. Não tinha esse negócio de decoro parlamentar só valer pela intromissão da justiça ao aparecer a cueca e os maços de notas. Não tinha esse negócio de previdência social ser limitada a um valor grotesco para proteger empresários. Não tinha esse negócio de FGTS mal remunerado, para enriquecer empreiteiros,banqueiros ou classe média. Não tinha esse negócio de PETROBRÁS cartelizar o mercado de combustíveis. Não tinha Proálcool fora do mercado, em centralização bastarda. Não tinha esse negócio de privatizar a preços vis bens públicos, construídos com impostos. Eram as sociedades de economia mista que poderiam vingar ou empresas públicas que se desvirtuaram ao longo da ditadura militar de 1964. Não se pode negar, os patifes sempre rondaram a política e tudo recomeçou com JK que trouxe o mensalão, em estágio probatório, para a política. Porém a força da Constituição de 1946 era o freio oportuno, desmontada peça a peça pela ditadura militar de 1964 e não ressuscitada pela de 1988. Os canalhas fizeram história.

Não acredito que nenhum candidato irá tocar com o dedo de Midas essas "questiúnculas" de blogueiro “destemperado”, restando-nos a orelha de burro que cabe a cada um de nós. Não acredito que sequer, eles, os candidatos, entendam as implicações de cada uma dessas questões fulcrais para o povo, desistindo que reconheçam a máquina centrifuga do poder econômico que se assenta no velho tripé regional: São Paulo, Rio e Minas. Todos os candidatos falarão em PACs ou PECS e tudo irá continuar afundando ou boiando. Aos poucos, pois já chegamos ao limite do tolerável. Haverá o avanço ou a convergência das duas grandes classes: os pobres e a classe média fora do Setor público. Agora posso falar do Serra (mal é redundante). Ele é diferente dos demais.

Por que ele, o Serra, é diferente dos demais? Porque simplesmente ele é o mentor desse modelo de substituição de importações que hoje sabemos não substituiu coisa nenhuma: o que temos é o controle de multinacionais ou a ingerência de empreiteiros em empresas estatais ou recém-privatizadas e um bando de empresas nacionais que só sobrevivem pelo esquema cartorial armado legalmente com as benesses corruptoras do setor público, tipo BNDES, Banco do Brasil Caixa Econômica, Banco do Nordeste e agora ONGs - são empresas ultramodernas que só conseguem trabalhador eficiente no exterior! Ele só irá aprofundar o rombo da privatização. Usará o BNDES para isso. Ele sabe calcular o câmbio de equilíbrio (coisa obviamente feita por esquizofrênicos como o Simonsen e Delfim Neto). Vai mexer no câmbio, tentando fixá-lo em algum patamar, com pretensões de mudar o regime para câmbio fixo, ao invés de flutuante. Como poucos sabem, o câmbio fixo permite aos burocratas levar a economia à recessão para acomodar saldos em transações correntes positivos. A tal da mentalidade estúpida de tudo se exportar, menos os corruptos e corruptores. Isso era feito para pagar a dívida externa que era essencialmente pública. Hoje, estão querendo endividar o setor público novamente. Lembrem-se: temos reservas aos montões; infelizmente têm dono e creio que qualquer um dos candidatos irá desperdiçá-las mesmo. Ele vai tentar mexer nos juros, desconectando-se a política de metas inflacionárias que embora tenha custo elevado, tem o efeito certo de não deixar a inflação subir. Ele irá tentar recriar políticas econômicas arbitrárias, como nos tempos da ditadura ou dos planos heterodoxos. O Serra será o único que se dirá capaz de fazê-lo, encantando a turba intelectual do baixo trópico. Fará contas estrambólicas em prática de aritmética tacanha de um economista que nunca foi e nunca será, pregando no deserto da América Latina um novo processo de substituição de importações que como sabemos se resume a dar dinheiro a picaretas paulistas, cariocas e mineiros. Enfim, Serra poderá ter até alguma qualidade, mas que em nada adiantará para removê-lo da idéia bizarra de saber gerir a economia, levando-nos ao caos da recessão furiosa e aos velhos tempos de renda per capita estagnada – que de fato ainda continua se fizerem a contabilidade correta do PIB (corrupção, desmatamento, custo da segurança, salários indevidos dos servidores públicos, depreciação acelerada do patrimônio público e até privado).

Se me perguntarem qual o meu candidato à Presidência, proclamarei de imediato: NENHUM. Quero anular o meu voto. Quero votar com consciência. Chega de “ajudar” o Brasil dando chances a malandros de todos os naipes. Nestas eleições, quero lembrar do meu candidato: eu mesmo!



Comentários

  1. Augusto Freitas09 abril, 2010

    Concordo com seu argumento, mas votarei no Serra porque a Dilma é infinitamente pior. Se essa terrorista assume a presidência, o Brasil vira a Venezuela, ou Cuba.

    A cada texto seu que leio aumenta a minha impressão de que este modelo Casa Grande & Senzala não pode ser desfeito. Vai piorar e piorar, a não ser pros Eike Batista da vida...

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  2. Ok Augusto. Algum outro articulista possa fazer um artigo Por que não voto em Dilma. Quanto ao modelo Casa Grande & Senzala, lembro que minhas afirmações são especulativas, pois falta muita pesquisa para comprová-la. Claro, até o momento minhas previsões, ancoradas nesse modelo, estão coerentes. É pra isso que serve um modelo. Todavia, falta o lado empírico, já que faço o marco separatista: Imperio - República Velha - Revolução de 30 - MOrte de Getulio e JK. Este inicia a derrubada do modelo nacionalista implantado pela turma de 30, com Getulio Vargas na liderança. De lá pra cá, o modelo retoma o que se tinha com a Republica Velha. Vamos em frente, catalogando os fatos que comprovam o modelo Casa Grande & Senzala. Os do passado, mais empenho e pesquisa é o que recomendo a todos, sabendo que pesquisa tem que ser paga.

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  3. Augusto Freitas09 abril, 2010

    Que tal escrever chutando a lata da FEBRABAN?

    http://www.ciab.org.br/pt/component/wpmu/ciab/2010/04/premio-geracao-y-inscricoes-terminam-hoje/

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  4. Por que não voto em Dilma
    Faço o mesmo argumento que você, trocando Serra por Dilma. Ela vai manter tudo na economia igualzinho o que está aí. Tudo bem. Mas vai aprofundar o stalinismo petista. Quem perde mas: você sem o Serra ou eu em Dilma?
    Um grande abraço
    chutando a bola

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  5. Por que não voto em Dilma

    Usando o mesmo argumento que você, trocando apenas de candidato. Com certeza Dilma fará o mesmo que vem sendo feito e a economia não será atacada por burocratas que mexendo no câmbio promoveriam recessões profundas. Tudo bem. Mas, com Dilma, o stalinismo petista irá se aprofundar e assim o bem mais precioso que é a nossa liberdade poderá estar sendo atacada de morte. Quem perde mais: eu sem Dilma ou você sem Serra?
    Chutando a bola

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  6. Peladeiro dos confins, acertou o meu saco. Excelente argumento. Mesmo assim, ainda fico sem o Serra,porque aposto que isso não irá se aprofundar, embora reconheça o risco. Pode estar certo, se as coisas involuirem para esse lado obscuro do stalinismo petista, chuto a bola na Dilma.

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  7. Deixando claro: meu voto não é nunca foi e nem será Dilma. Continuo afirmando, o Serra é o Pior, embora aceite a tese de que a Dilma possa passá-lo nesse critério do pior candidato, pelo argumento da prática stalinista petista.

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  8. Professor, não seria o caso votar no menos pior? E o Mário Oliveira, o que o sr. tem a dizer dele?

    http://www.istoe.com.br/reportagens/51785_DIREITA+VOLVER

    Abs,

    Cláudio

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  9. "Augusto Freitas disse...
    Concordo com seu argumento, mas votarei no Serra porque a Dilma é infinitamente pior. Se essa terrorista assume a presidência, o Brasil vira a Venezuela, ou Cuba."

    Caro Augusto,

    Não entendi o argumento. Votar no Serra pelo fato de a candidata Dilma ser pior, me faz crer que o 1º é pelo menos ruim. Ou seja, vc está NIVELANDO as coisas por baixo.

    Grande Abraço!

    Marcos Paulo

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  10. Augusto Freitas12 abril, 2010

    Exatamente, Marcos. O nível dos políticos brasileiros é realmente baixíssimo. Opto pelo Serra porque, na minha visão, ele causará menos dano do que a Dilma e seu PNDH-3. Sim, só por isso.

    Quando estiver com menos preguiça indicarei alguns dos planos que a "Mãe do PAC" tem. PAC esse que tem cada vez mais obras embargadas por superfaturamento, não concluiu sequer 1/6 das obras previstas, mas ela já inventou o PAC 2, que inclui obras previstas pelo PAC 1, prevê um orçamento estratosférico e está programado para o próximo mandato, como se ela já tivesse sido eleita.

    Dilma e o PT querem acabar com a democracia. Durante os oito anos de governo Lula, o PT tratou de se apoderar das instituições. Olhe para o STF e verá que 7 dos 11 ministros foram indicados pelo Sapo Barbudo. Isso só pra citar um exemplo.

    Serra é muito ruim, mas quero acreditar que com ele nós pelo menos poderemos continuar contando com um sistema democrático e permanecer gozando da pouca liberdade que temos.

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  11. Prezado Augusto,

    Ao que me parece, o Serra teve a oportunidade em demostrar, no seu governo no estado de São Paulo, o que é esse "Poder Mais"(Sic).

    Tudo bem que a sua rejeição em relação a Dilma só aumentou. Porém, os fatos na ADMINISTRAÇÃO SERRA em São Paulo, não corroboram com as promessas deste.

    Será que quem fez POUCO por São Paulo pode fazer MAIS pelo BRASIL?

    Abraço!
    Marcos

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  12. Augusto Freitas13 abril, 2010

    Não, não pode. Serra não é bom, mas Dilma é pior. Temo que com a petista seremos ainda mais privados das nossas liberdades.

    O PNDH-3, que tem a cara da ex-ministra, propõe, por exemplo, a criação de uma espécie de órgão fiscalizador da imprensa, a fim de "evitar os abusos". Em primeiro lugar, não há um surto de abusos por parte da imprensa. Em segundo lugar, ainda que existam abusos, o abusado tem o Poder Judiciário pra recorrer afim de reparar o dano. E esse tal órgão fiscalizador estará ligado ao Poder Executivo.

    Lula usou e abusou das Medidas Provisórias e tomou de assalto a instituição máxima do Poder Judiciário, o STF. É o Executivo legislando e cada vez mais também julgando, ainda que indiretamente. Ou você acha que existe uma mínima possibilidade de um cara como o José Dirceu ser condenado?

    Dilma ampliará esse sistema totalitário caso eleita. Este é o pior Brasil que se pode imaginar. O Brasil de José Serra também não será bom, mas não será o pior deles.

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  13. Voces que so falam de Dilma e Serra, não existem outras possibilidades?

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  14. Augusto Freitas14 abril, 2010

    Existem, mas também não são boas. Falamos apenas sobre Dilma e Serra porque são os dois presidenciáveis com maior destaque e que promoverão a tal "eleição plebiscitária".

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  15. Discordo do Augusto. Tem a Marina.

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  16. Augusto Freitas15 abril, 2010

    E por que a Marina é boa, Anônimo?

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  17. Anônimo respondendo ao comentario acima:
    A Marina enriqueceu na Politica? Serra e Dilma parece que sim. A Marina tem alguma lei fascista? Serra e Dilma sim. VOce que defende que a Dilma é pior do que o Serra por conta de Leis facistas, voce deveria lembrar da Lei do Fumo que o facista do Serra impos a população paulista. Tá bom pra você?

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  18. Augusto Freitas19 abril, 2010

    Tudo bem, Anônimo. Mas é preciso lembrar que a Marina nasceu e cresceu em meio comunista. Difícil definir seu pensamento agora, mas um possível "retorno às origens" seria totalmente prejudicial.

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  19. Respondendo ao Augusto:
    Não podemos crucificar ninguém pelo fato de terem suas ideologias ou suas experiencias, senão corremos o risco de sermos preconceituoso. A minha ideologia não é melhor do que a de ninguem. Como sei que não abraça essa barca furada do preconceito, quero crer que acatou a crítica. E Marina pra presidente!

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  20. Augusto Freitas23 abril, 2010

    Aceito a crítica. Apenas discordo do seu ponto. Entre os presidenciáveis o que causará o menor dano será o Serra. A Marina até tem um bom discurso, mas não consigo enxergar um Brasil melhor sob o comando dela.

    Claro que somente a experiência empírica dirá quem tem razão, se é que alguém tem razão. Veremos nos próximos quatro anos...

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  21. falando pro Augusto. Você deve discordar desse post do inicio ao fim.

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  22. Cara.. o Serra tá com o Dem... e vocês acham que a Dilma vai causar mal?

    E é muita viagem essa história de stalinismo. Com a mídia e a sociedade que temos, podem ficar sossegados que não será tolerado nenhum retrocesso no tocante a liberdades e garantias individuais.

    O que está em jogo é a redução das disparidades sociais e regionais. É isso que vai reduzir a violência, é isso que vai fazer do Brasil um país desenvolvido.

    E pra isso acontecer meu amigo... só com a Dilma.

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  23. pelo que li acima tem pessoas que tem memoria muito curta, ja se esqueceram da era Sarney,
    Fernando Collor e Fernando Henrique 8 anos,
    certamente esses que criticam o Lula seus votos foram para esses escelentes presidentes que quase venderam o Brasil.
    provavelmente sao filhinhos de papai que nem sabem o que é ter registro em carteira coisa que passsamos anos sem ter.
    sou do povo do povo brasileiro nao sou intelectual,mas nao sou ipocrita achando que tudo e uma maravilha mas sei que um pais que anos devendo pro FMI e agora estamos emprestando pra eles vejo uma melhora.
    Sou Brasileiro o que eu puder fazer para
    melhorar eu vou lutar , nao vou ficar me lamentando ou criticando sem uma base.

    afinal BRASIL AME OU DEIXE-O

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