Voto Distrital no peito e na raça! Vamos lá!

Nós mesmos é que , na prática,  teremos que implantar o voto distrital. Como? Faço o meu roteiro como sugestão:

1)     vamos definir, em primeiríssimo lugar,  o nosso distrito - começamos com o nosso edifício ou rua. Combinamos com nossos vizinhos que estamos na mesma jogada para escolher o nosso distrital. Vencida a rua, vamos ao bairro e assim por diante até completarmos o nosso distrito. O parâmetro para a definição do distrito seria: o nº de votos necessários para se eleger um deputado ou vereador que tem que ser igual a metade de moradores ou domicílios do distrito; construído o Distrito pela junção de ruas e bairros que se uniram para a formação desse distrito. Alcançada a proporção estabelecida, outros distritos deveriam ser formados. Em resumo, cada distrito escolhe o seu candidato. Agora , temos que passar para os critérios de escolha das nossas propostas e critérios de seleção dos candidatos para que alguém possa ser aceito como candidato.  

2)     Elencamos um rol de propostas objetivas, isentas de ideologia. Em outras palavras, priorizamos nossas propostas que são assuntos considerados importantes e fundamentais e as colocamos em disputa. Cada morador traz as suas propostas e verificamos, em conjunto, as concordâncias. As divergências simplesmente deveremos esquecer. O objetivo é alcançar uma quantidade representativa de propostas que deveriam ficar no máximo em 5 ou 6 propostas e , em igual número, elencaríamos as exigências que deveriam ser cumpridas por cada candidato, em destaque , em condição necessária, a de ser ficha limpa. 

3)      Depois convocamos todos os candidatos de qualquer partido para debater sobre nossas exigências - o rol de propostas devidamente priorizadas e se cumprem os pré-requisitos para serem candidatos.

4)     Elaboramos nossa lista, catalogando as assinaturas de todos os eleitores que concordariam em votar no candidato escolhido. Esta lista pode ser virtual, assim como todo o processo.

5)     Depois de enumerados os distritos e seus respectivos candidatos escolhidos a priori, divulgamos amplamente a lista que indicaria o candidato e o distrito. Como cada cidadão sabe, por construção e participação, qual é o seu distrito, a eleição do mesmo seria bastante provável.

6)     Efetivamos um contrato no TSE (não sei se é possível) do compromisso do candidato, entregando nossa lista de votos. Tudo transparente e aberto, tal qual imagino, em coerência com uma de nossas exigências para todos os candidatos – jamais votação secreta.

7)     Depois enumeramos os distritos com os respectivos candidatos escolhidos e divulgamos nossa lista em todos os possíveis meios de comunicação.

Com isso, mapeamos exatamente a quantidade de eleitores necessária para eleger o nosso distrital. Feita a escolha, assumimos, cada Distrito, o compromisso de voto com o candidato que concordou com nossas propostas e se adequou plenamente às exigências para que possa contar com nossos votos. Se houver coincidência de candidatos, simplesmente efetuamos um sorteio  e ficamos com o sorteado.

Você aí tem alguma sugestão para efetivarmos a implantação do voto distrital? Mãos à obra e comecemos a construir nossos distritos. Para isso, divulgue a proposta em todos as mídias que participa de forma que apareçam espontaneamente os líderes e organizadores do movimento. Eu sou de Brasília e terei que aguardar mais algum tempo para por em prática a minha sugestão, mas em outros estados poderemos começar já, nas próximas eleições para prefeito e vereador. O Blog chutando a lata está disponível a quem quiser efetivar o movimento Distrital Já!

Comentários

  1. E as propostas, quais seriam?

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  2. Sim. Em novo post irei tratar desse assunto.

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  3. Aqui em SP os cartórios eleitorais já estão quase todos bem divididos, em colégios de 120 a 250 mil eleitores cada, conforme as densidades demográficas...

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